PÃO QUE NÃO SE DEVE COMER



(P.S. algumas palavras nos cantos, ficaram difíceis de ler, escondidas, mas creio que dá para saber a que se referem, por dedução. Tentei corrigir isso, contudo não deu. Coisas da tecnologia. Perdoem-me por isso irmãos.)

PÃO QUE NÃO SE DEVE COMER


“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja o que ocupe o vosso pensamento” FILIPENSES 4:8  

Primeira Parte

A criança fala aos pais alguma palavra, ou tem um comportamento que os deixam curiosos, eles lhe perguntam com quem ela aprendeu aquilo; em geral quando o filho aprendeu algo ruim, um palavrão por exemplo. Também é comum a alguns de nós, nos pegarmos cantando uma música ou frase que não gostamos, e isso é porque em algum lugar, ou vários, foi sendo ouvida por nós aquela canção ou frase – era a mania do momento.
Estes são exemplos do que a nossa mente guarda no nosso dia a dia. Eu me encaixo perfeitamente neste exemplo, pois, se eu passar regularmente por um lugar muitas vezes, e neste lugar estiver tocando uma música que eu não gosto, cedo ou tarde, você poderá me pegar cantarolando ou assobiando aquela música – isto é uma coisa natural, a maioria das pessoas é assim. A nossa mente está constantemente pegando as coisas à nossa volta sem percebermos. 
Por isso o cristão que se preocupa em crescer espiritualmente, deve estar examinando continuamente, tudo aquilo que quer influenciá-lo, e que o faz ter pensamentos pecaminosos e conseqüentemente, ações que desagradam a Deus. Estas influencias que ele recebe, e aí vou deixar a conclusão com você, são sutis ou claras, depende dele examinar bem as situações que enfrenta.
Mais particularmente queremos na prática dizer, que o cristão que luta por uma vida de retidão, tem que tomar muito cuidado com o que ele vê, lê, ou ouve. O nosso inimigo tem trabalhado muito neste sentido e usado armas poderosas, os meios de comunicação – Rádio, Televisão, Cinema, Livros, Revistas, Discos e atualmente a internet. É bom que se diga que nenhum destes meios por si só é bom ou mau, depende unicamente de como as pessoas os usam.
           Falemos disso mais claramente com um exemplo, e como as pessoas gostam deste tipo de passa tempo! São as novelas. Eu tenho que lamentar que em pregações ou palestras, elas são citadas apenas, como um item em segundo plano, não se aprofunda e mostra o alcance que elas têm e no caso, como tentarei demonstrar é um alcance maligno. O que este tipo de diversão mostra? Que situações os atores e atrizes vivem nelas? Citarei algumas comuns e básicas e que a Bíblia condena:
1. Filhos Rebeldes. II Timóteo 3:2
2. Cenas Eróticas. Mateus 5: 28 e 29
3. Falam com naturalidade do que é malicioso e sensual. Efésios 5:3 e 4.
4. Mostram pessoas dominadas pela cobiça - amor ao dinheiro I Timóteo 6:10; Provérbios. 15: 27; Eclesiastes 5: 10
5. Ultimamente olham com simpatia o homossexualismo. I Coríntios 6: 9; Romanos 1: 18 a 27
6. Casais separados ou que não estão se dando bem, começam a se envolver com outras pessoas. Hebreus 13:4; Mateus 19: 6,7 e 8.
         Uma prova difícil é tentar escolher qual destes pontos é o mais prejudicial ao ser humano. Apenas basta acentuar que todos eles atacam diretamente a família, e nobres padrões de moral, que a Bíblia defende e expõe tão bem, vão contra os padrões ditados por Deus.

Segunda Parte

         Passaremos a observar agora como alguns cristãos lidam com esta questão. Alguns dizem que é apenas um divertimento e que em nada este tipo de lazer os afeta. Separemos estas pessoas em dois grupos: Os que assistem novelas regularmente e os que de vez enquanto as vêem.
        Os que assistem regularmente sentem com tristeza quando perdem um capítulo ou outro: é com grande ansiedade e pontualmente que elas esperam o momento em que a novela passa. O outro grupo, aqueles que assistem uma vez ou outra costumam apreciar da mesma forma, como os que seguem regularmente, pois pelas propagandas durante a programação, sabem em que ponto está a história.
        Estes dois grupos de pessoas são iguais em uma coisa, eles começam a torcer para que certos personagens ajam desta ou daquela maneira e justamente são nas situações que já citamos, examinem os textos bíblicos e poderão comprovar isso.
       Estas pessoas nem notam, que concordando com aquele tipo de atuação, eles estão pensando como as pessoas do mundo pensam. Estes irmãos estão aos poucos, ou rapidamente, varia de pessoa para pessoa, sendo enredados. Note bem, se pedirmos detalhes sobre a novela para eles é quase certo que eles poderão nos dar prontamente um relatório completo, então aqui vai uma pergunta dura de ser respondida:
       Será que se perguntarmos a eles sobre trechos da Bíblia que eles têm meditado, digamos naquela semana, eles rapidamente terão muito a dizer e com detalhes? Responderão superficialmente e com colocações curtas, sim ou não?
         Como seria bom como o foi na década de 80, ter de volta o seriado “Os pioneiros”. Nele se via uma família cristã que apesar dos problemas que toda a família tem, os resolvia seguindo princípios cristãos. Por isso eles viviam em harmonia. Eu não me lembro de nenhuma novela em que os personagens principais fossem exemplos dignos de ser seguidos. A fórmula da maioria delas é ter o centro das atenções ligado à uma família em que há o(a) todo(a) poderoso(a) é um tirano(a), manipulador(a) de pessoas, e que a esposa(o) e filhos também só dão maus exemplos. As pessoas nem de longe querem que apareça na tela uma família de comportados, certinhos, porque isso não é normal – isto é chato. A realidade não é assim. E eu pergunto:
Desde quando devemos nos conformar com a realidade quando ela não é boa? Devemos sim lutar para mudá-la.
       Há pobreza e criminalidade no mundo todo, é uma triste realidade e, nem por isso devemos nos conformar com elas. O combate a estas duas coisas são metas de governos comuns e que são trabalhadas e cobradas constantemente.
      Que as pessoas do mundo gostem de ver estes maus quadros da realidade, tão fielmente retratados nas novelas, tudo bem, mas o filho de Deus não deveria gostar. 
        Uma palavra para terminar esta parte. No texto básico que começou este estudo em Filipenses 4:8 Paulo nos mostra em que pensar, o que deve ocupar o nosso pensamento – em nenhum momento ele nos diz que há uma maneira inofensiva de se pensar em coisas más, no que depender de nós, devemos evitar ao máximo pensar nelas.

 Terceira Parte            

             Entre os irmãos que seguem novelas, há também aqueles que dizem que sempre há algo de bom, alguma coisa que se salva nelas. Será mesmo? O ator ao longo da história tem que mexer com mentira, inveja, cobiça, ciúmes, egoísmo, traição, orgulho, isso tudo vai formando uma mistura venenosa, vai crescendo e engrossando e sendo jogado nas mentes das pessoas.
           O que falamos acima está ligado ao tempo, à duração das novelas. Quanto a isto em particular quero ainda fazer uma comparação com relação aos filmes. Ela se relaciona também à freqüência com que são eles reprisados. Creio que a maior parte deles tem a duração média, entre uma hora e meia e duas horas. Eu não tenho paciência de assistir aqueles que ultrapassam este tempo e creio que a maioria das pessoas também. Então, quando tratamos de filmes que têm um conteúdo forte e o digo por apresentar maus exemplos, não são estes reprisados com freqüência – felizmente. Ainda bem, por outro lado, em um filme, quer sejam as suas partes boas ou más, elas estão compactadas, em razão da limitação do tempo, somando-se a isso que ele demora a ser reprisado, o seu impacto nas pessoas é bem menor.
             Eu estive fazendo alguns cálculos simples, de quanto é o tempo médio de uma novela e é de 6 meses, uma novela de tamanho médio a curta. Procurando ser preciso, tirem-se os Domingos, são 24, então ficam 156 dias, cada dia as pessoas sendo expostas a todas aquelas más influencias – ou os maus exemplos que citamos passam uma única vez?
            Alguns dizem que sempre há algo de bom, alguma coisa que se salva nelas, temos que repetir isso, para falar sobre outra coisa. Atualmente, há certos personagens e situações, que falam de algum problema da sociedade que deveria ser combatido, preconceito, desigualdade social, doenças, e por aí vai. Até é uma mensagem boa, positiva, mas e as outras coisas de que já falamos e que cercam as pessoas, que estão envolvidas? É como nós colocarmos em um garrafão que tem vinte litros de água pura, cristalina, um litro de água de um rio poluído, escura – qualquer pessoa de bom senso não vai beber dela. Ela ficou contaminada com tudo o que nós pensamos e não pensamos de ruim, que pode fazer mal à saúde.
       Estes mesmos bons exemplos, com vistas a resolver um problema social deveriam ser limitados às campanhas, que já são feitas e exibidas nos comerciais da emissora, com os mesmos atores e atrizes, sem toda aquela série de maus exemplos à sua volta – não deveriam misturar as coisas.
         Um item que eu tenho notado que está se tornando cada vez mais freqüente, vou lançar para você. Pense na resposta, sobre isso: A invasão cada vez maior de atores e atrizes, bonitos, atraentes ao máximo, no papel e vilões. Qual seria a finalidade? Dizer que o mal é algo belo?
            Como toda a obra que é criada, e nós não podemos esquecer isto, de acordo com o seu autor, ela distorce a realidade. Isto é fácil de ver quando está se chegando perto do final, há o grupo que torce por este ou aquele personagem, para que a história termine desta ou daquela maneira – o público procura pressionar o autor. Deixe-me ressaltar este ponto quando vai chegando perto do fim da história, os problemas vão sendo solucionados como num passe de mágica, as coisas vão se ajeitando de uma forma sobrenatural, se harmoniza e há o ‘FINAL FELIZ’, como se tudo também ocorresse assim na vida real.
            Perguntas: Os fins justificaram os meios? Na vida real é comum depois de tudo que as pessoas passaram, chegar a um final feliz? E o mais curioso:
           Será que o FINAL FELIZ realmente merece este nome? 

Quarta Parte 

Os atores e atrizes sofrem em muitos casos, um terrível desgaste emocional ao interpretarem seus papéis. Vemos isso mais claramente no caso dos vilões, são sentimentos que todos concordam ser terríveis e eles até sofrem perseguição dos telespectadores, chegando em certos casos ao extremo, de precisarem fugir para não serem agredidos fisicamente – vejam que não é nada inofensiva a influência dos seus personagens, sobre eles próprios e sobre o público. Eu me lembro perfeitamente, de uma atriz, que por causa do papel por ela interpretado; não me recordo se foi um personagem bom ou mau; precisou de ajuda psicológica para voltar ao normal – triste, muito triste, mesmo.
Merecem uma atenção especial os casais românticos das novelas. Há aqueles que começam verdadeiros relacionamentos amorosos, por estarem interpretando um par romântico, e até mesmo chegam a deixar os parceiros que tinham na vida real. Porque isso ocorre? Vamos sugerir uma resposta. Quando falamos do relacionamento de pessoas, quer seja na vida real ou interpretada, estamos lidando com algo muito poderoso, as pessoas serão influenciadas umas pelas outras, pode ser uma BOA ou uma MÁ influência, não dá para fugir disso. Neste assunto não dá para ser neutro ou indiferente, e muito mais ainda, quando as pessoas trocam carícias apaixonadas nestes relacionamentos.
           Vamos pensar em algo superprático, para compararmos com este gosto que as pessoas têm pelas novelas. Compararemos com o gosto pelo esporte. Quando elas têm um time ou esportista preferido, elas são especialistas quanto a isso – sabem toda história do time ou atleta; melhores desempenhos, pontos fortes e fracos, elas podem responder instantaneamente a dezenas de perguntas. Pois bem, você não acharia estranho que uma pessoa assim, soubesse mais sobre outros times ou atletas, do que sobre aquele que ela se diz torcedora? Esta pessoa passa o tempo todo pegando informações, assistindo a jogos, de outros times ou atletas e na verdade sobre o que ela diz amar de paixão, sabe pouco, na verdade quase nada. Lembra-se de quando falamos de conhecer bem a novela e conhecer trechos e ensinamentos bíblicos?
          Preparando-nos para a conclusão, quero apenas falar sobre algumas palavras que Paulo dirigiu ao seu filho na fé Timóteo, está em II Timóteo 2: 1 a13, eu darei atenção e comentarei os versículos 4 e 5, o título que deram para este trecho é “Os estímulos no combate da fé e no sofrimento por Cristo”:
“Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou. Igualmente o atleta não é coroado, se não lutar segundo as normas”.
        Muitos servos de Deus fiéis já destacaram como é perigoso, na teoria acharmos que todos os pecados são abomináveis a Deus, contudo na prática encararmos que há pecados pequenos e pecados grandes. Eu disse isso porque eu tenho convicção que este assunto se encaixa perfeitamente no que chamamos “pequeno pecado”, uma vez ou outra, ser exposto a algo que vai alimentar a minha mente com o mau, não é um grande pecado.  “Deus vai entender”, é como se uma voz nos dissesse isso. Então encaramos estes dois versículos de Timóteo, “o nosso objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou”, e quanto ao atleta, ele deve “lutar segundo as normas”, “aquele que nos arregimentou” é Deus, “as normas foram feitas por Deus”.
         Tanto o soldado como o atleta, entre as diretrizes, normas de vida, que eles têm em comum, está o exercício e a atenção constante. Quando o soldado deixa de satisfazer, por um momento que seja aquele que o arregimentou e quando o atleta quebra uma das regras, ambos, mais do que lamentar devem redobrar os esforços, para que isso não aconteça mais, porque eles amam aquele que lhes deu a missão.

             AÇÕES PARA PREENCHER O NOSSO TEMPO

{Você pode ter perguntado a alguém, ou lhe perguntaram, uma vez ou outra, porque estava assistindo determinado programa na TV, lendo um livro ou revista, vendo algo na internet, ouvindo uma música e a resposta foi que, não havia nada melhor para se fazer. Surge esta pergunta, porque o que estava ocupando o seu tempo, na opinião de quem perguntou; não era grande coisa, ou não combinava com o seu gosto. Os dois lados, então, devem ser analisados. Um dos dois está errado. Devemos ter cuidado com o que pode preencher o nosso tempo. Não temos nada para fazer no momento, em casa ou em outro lugar que estivermos, mas não queremos ficar parados. Aí é que mora o perigo; não devemos fazer nada que vá nos prejudicar. O prudente de se fazer antes é procurar ter, se possível, ao nosso redor, bons livros e revistas, saber de programas na TV, opções na internet, e músicas que podem ocupar o nosso tempo - que nos façam realmente bem. Fazemos esta colocação porque nestes momentos, nós podemos pensar em fazer qualquer coisa que der, o que não podemos é ficar parados. Tendo este pensamento, a atividade que escolhermos pode ser algo errado, algo não aprovado por Deus. Quando optamos por ler, assistir ou ouvir qualquer coisa, para o tempo passar, mesmo que esta coisa não seja boa; o que por si só é uma grande insensatez é porque este nosso entretenimento já nos controla – tornou-se um vício. Bem, vício nós sabemos que é pecado. Por isso Paulo nos alertou em I Coríntios 10: 23 que “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam”. As ações para preencher o nosso tempo, sempre devem ser voltadas para coisas que nos edifiquem, que nos tragam benefícios. Isto serve para tudo o que vamos fazer e, preventivamente, deve estar no que planejamos ainda fazer. Isto, se nós queremos ter a aprovação de Deus.} 
            Um irmão, a um bom tempo atrás disse uma frase em um acampamento que eu estava e ela me marcou muito, e eu gosto de relembrá-la para ter mais força para lutar contra o pecado, a frase é esta:
           
O pecado é um desastre na vida do cristão. 

CONCLUSÃO 

         O título que demos a este texto é ‘PÃO QUE NÃO SE DEVE COMER’. Imagine você pegando um pão fresquinho ainda quente e pondo-o por dois minutos em uma lata de lixo, cheia de sujeira, imundície. Após estes dois minutos, você teria coragem de pegá-lo e comer? Porque não?
         Eu até pensei naquelas pessoas que só comem alimentos bem frescos e para elas o pão do dia anterior, não importa onde estava guardado, quão higiênico seja o lugar, este pão é para ser jogado fora – estas pessoas têm aversão, nojo, ao que não é novo. O que se dizer então de pão que esteve no lixo?
        Se nós temos com toda a razão, este cuidado, com aquilo que nos alimenta fisicamente é certo que devemos ter também cuidado, com aquilo que vai alimentar a nossa mente; as nossas ações são o resultado do que pensamos. Algo simples de se verificar em nossa vida, infelizmente, é que as coisas negativas são mais fáceis de serem lembradas. Nós guardamos fotos, cartas, cartões, livros, roupas e outros objetos, para podermos deixar vivas em nossa lembrança, momentos, pessoas, que nos alegraram, que nos fizeram bem. “Nem me fale isso”, “nem me mostre isso”, dizemos frases desse tipo, quando não queremos nos lembrar de coisas que nos fizeram ou ainda nos fazem sofrer, e como estas lembranças marcam.
        Uma figura que é comum as pessoas usarem hoje em dia, e que serve perfeitamente para este nosso assunto é quando elas se referem a algo de que estejam falando, como uma “fruta podre no meio de frutas boas”, a tendência é contaminar, passar a podridão. Pense então, quando falamos que a maioria das frutas são podres, quais são as conseqüências deste contato?  Jesus nos falou de árvore boa que produz bom fruto (Lucas 6: 43) – procure pegar tudo o que é bom, para que esteja à sua volta. Cada um de nós, antes de conhecer a Cristo éramos árvores más, que davam frutos maus. Hoje somos árvores boas que dão frutos bons, e para que continuemos a dá-los é preciso que nos alimentemos de coisas boas.
         Confronte, sempre que possível, tudo o que você vê, lê, ou ouve, com a palavra de Deus, com os princípios cristãos. Ressalto novamente, a Bíblia nos dá uma lista do que deve ocupar a nossa mente e está em Filipenses 4: 8. Então, deixo com você, para finalizar, as seguintes reflexões que se complementam:
Ø  Com que tipo de pão você tem alimentado a sua mente?
Ø  O pão que você tem comido é realmente aprovado por Deus?
Ou dizendo-se com outras palavras:
Ø  Do seu pão exala fragrância que agrada a Deus ou odor que alegra o diabo?

PENSE NISSO


#EderRSilva


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